Sem dúvida, a maior dificuldade encontrada pelos aventureiros da migração digital são as aplicações específicas.

Sempre que alguém se propôe a fazer esse tipo de virada se depara com aquele impasse: “E aquele programa, não funciona no Linux?”

Isso me impediu por muito tempo de migrar 100% para outro sistema operacional, ficando de certa forma escravo do Windows. Eu precisava muito rodar o Studio 8 para realizar meus trabalhos, e como não consegui me adaptar a outro software, ficava só na vontade.

Mas com o avanço e desenvolvimento do sistema, muitos aplicativos novos surgiram e alguns melhoraram. Com isso arrisco-me a dizer que só não se usa o Linux se existir uma grande incompatibilidade de hardware.

Hoje temos aplicações de diversos tipos, desde modeladores 3D, suítes de escritório (Office), gerenciadores de música, editores gráficos de todos os tipos. E se ainda não encontrar o que você precisa, o Wine está muito melhor do que tempos atráz, eu por exemplo consegui rodar o Studio 8 completo via Wine sem nenhum bug que eu pudesse perceber.

Veja alguns dos aplicativos que podem ser úteis no seu dia-a-dia:

Open-Office – Pacote de aplicações de escritório.

Basket Notes – Gerenciador de notas, substitui o One-Note.

Evolution – Cliente de E-mail, substitui o Out-Look com algumas vantagens.

Audacious – Multiplayer para músicas, muito parecido com o Winamp.

Songbird – Ótimo player de música, parecido com iTunes e faz uma ótima organização para as músicas.

Totem – Player de vídeo, DVD etc.

Xara Extreme – Ótimo editor vetorial.

Gimp – Editor de imagens comparado com o Photoshop.

Ardour – Editor de áudio multi-pista, ótima opção de equivalência ao Vegas e Pro-tools.

Hydrogen – Editor de bateria para músicos e pequenos stúdios.

Planner – Ótimo gerenciador de projetos.

Wine – Emula a maioria dos programas que testei.

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