ago 28

O título é esse mesmo, “Guerra do Trânsito”. Todos nós sabemos que o trânsito brasileiro mata mais do que as guerras do oriente médio. É um dado alarmante que parece até mentira.

Mas falando em especial da cidade de Palmas-to, onde resido atualmente, posso falar com muita propriedade que o trânsito é um assunto complicado não pelo excesso de veículos ou por vias mal projetadas, e sim por culpa dos próprios motoristas.

Nossas ruas são largas, a cidade é uma cidade projetada no melhor estilo “Brasília”, nossos carros são em sua maioria todos novos e aparentemente bem cuidados. Mas a “pecinha” que fica atrás do volante que é o responsável de por onde o veículo passa e pela sua velocidade.

Praticamente em Palmas, todos os dias tem acidentes fatais, e isso não ocorre a toa, o ser humano por si só se transforma ao entrar em um carro, montar em uma moto ou mesmo andando de ônibus! É isso mesmo, lembro-me bem dos meus dias de coletivo, onde todos os passageiros se sentiam como donos do ônibus e como se o motorista fosse o chofer deles…

Certa vez ia passando (a pé) por um estacionamento em frente à uma loja e vi um rapaz conversando com umas amigas e caminhando em direção ao seu veículo, aparentemente o papo estava bom e todos sorriam principalmente ele.

Ele todo feliz e cheio de vitalidade, ao entrar no seu veículo ate sua expressão facial mudou! Ficou com um ar de carranca, como quem estivesse saindo de uma reunião terrível com o chefe.

Precisamos rever nossos conceitos, eu costumo dizer dentro do meu capacete enquanto trafego pelas ruas de Palmas: “Se não quer ter cuidado no trânsito por mim, tenha pelo seu carro que te custou caro!”

Como eu vi em uma propaganda na TV a muuuito tempo a trás:

“A vida é fácil, a gente é que complica…”

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ago 28

Para quem tem menos de 20 anos e já desfrutou da internet em sua adolescência provavelmente não conheceu o incrível ATARI.

Hoje em dia existem muitos games, PSP, Nintendo DS, Playstation, etc. Mas a diversão que o ATARI proporcionou nunca foi superada.

Nosso saudoso console imperou imponente nos anos 80 e nos deu a influência necessária para o desenvolvimento dos jogos de hoje.

Sabemos que se compararmos os jogos do ATARI com os olhos de hoje, provavelmente os desclassificaríamos em todos os requisitos – gráficos, áudio, jogabilidade , etc. Mas o uso da imaginação era uma peça fundamental da brincadeira, dessa forma afirmo claramente que os jogos de hoje perderam a inocência.

Brincar de Enduro não tinha nenhuma semelhança de jogar um Forza Motorsport, neste jogo por exemplo, até os cenários são criados de modo que você se sinta dirigindo na própria cidade. Enduro não, tem pista de dia e pista de noite e olhe lá! Só mesmo um verdadeiro campeão conseguiria ficar dirigindo até o quinto dia de prova (na contagem do jogo).

Aconteceu comigo um problema em meu ATARI 2600, quando em um “tilt” a linha da esquerda que representava a pista desapareceu e eu consegui pilotar por vários níveis sem precisar desviar de nenhum outro carro.

Desta vez me deparei com o impossível, pois nossa curiosidade sempre era se o jogo tinha um final, eu deduzia que eram 9 dias pois no campinho que mostrava só tinha espaço para um dígito, mas para minha surpresa, o campo aumentou e virou um 10!

Automaticamente eu calculei que o jogo fosse até o 99, mas não agüentei ficar com o botão (único do joystick) pressionado para ver isto e fui apenas até o estágio 12.

Dentre tantos jogos que proporcionaram grandes momentos de diversão com os amigos, não posso deixar de citar os jogos: River-Rid, Hero, Pac-Man, Megamania, Pitfall e outros tantos que me emociono quando me lembro. Hoje eu ainda mato um pouco da saudade usando algum emulador, mas não é a mesma coisa.

É muito difícil encontrar alguém que viveu esses momentos e não sinta uma nostalgia saudável. Saudades dos tempos que para ser feliz não precisava muito.

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